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Parte 2 - A obra mais antiga da humanidade. A epopeia de Gilgamesh. (em construção)

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Atendendo a um pedido vou colocar algumas coisas sobre Gilgamesh. Primeiro vamos começar por quem re-descobriu a epopeia. George Smith (1840 -1876) George Smith, inglês, o arqueólogo bíblico descobriu em 1872 o relato do dilúvio. Isso vem através de tábuas de barro descobertas na biblioteca de Assurbanipal (rei Assírio) em Ninive (região de Ninawa, atual Iraque).

A obra mais antiga da humanidade. A epopeia de Gilgamesh.

Claro existirão aqueles que contestarão essa afirmação. Provavelmente não é a primeira obra, mas provavelmente é mais antiga que as conhecidas até então e conta a "estória" ou história de um rei Sumério da Mesopotâmia que governou a partir da cidade de Uruk, em uma região do atual Iraque, que se situava a menos de 300km de distância da atual Bagdá. Podem acontecer novas descobertas arqueológicas, mas cientificamente falando, este é o mais antigo conto que a humanidade possui registro. Uruk já existia 3 mil anos antes de Cristo. E quem irá questionar muito essa afirmação? Os cristãos e judeus. Como é uma questão de crença e de um "mito fundador" do Universo o argumento dado é que a Bíblia Sagrada já estava escrita antes de existir Gilgamesh, principalmente o Antigo Testamento. Ironia à parte a descoberta do conto mesopotâmico se deu durante procuras arqueológicas citadas como "corrida ao ouro bíblico" onde procuravam evidenciar arqueologicamen...

Argumentos "ad hominem" - Não se responde ao argumento, mas sim ataca a pessoa que argumenta.

Porque responder ao argumento de alguém? Vamos questionar a própria pessoa. Vamos atacar o sujeito. Será que ele não é de tal posicionamento? Será que ele não acredita em Deus? Defende uma ideia absurda? Ele é uma coisa... e pronto uma fuga da argumentação. Exemplo literário: O Estrangeiro - Albert Camus (1942 - L'étranger) Mersault, personagem principal, é julgado por cometer um crime, só que no tribunal é posto em dúvida a falta de sentimentos em determinada situação do livro, a morte da mãe, mas no julgamento esquecem o crime. Exemplo de rede social: Discussões na rede...  "Se a sua mente não se reduzisse aos parâmetros claustrofóbicos de inteligibilidade do "vasto", "agudo" e "benevolente" universo intelectual da esquerda, esse seu questionamento revelar-se-lhe-ia de uma natureza estupidamente desnecessária de tão vergonhosamente óbvias que são as respostas. Lamento que não as sejam para você e para outras pessoas..." Uma respo...

Problemas ou preocupações de dinheiro?

As pessoas têm problemas ou preocupações de dinheiro? Segundo John Armstrong temos coisas bem diferentes por aqui. Problemas de dinheiro. Problemas de dinheiro ocorrem, por exemplo, quando não há dinheiro suficiente para cobrir despesas então a única solução razoável é conseguir mais dinheiro, ou gastar menos do que ganha entre outras coisas. Preocupações de dinheiro. Aqui a coisa é mais complexa, aliás é esse o foco do autor do livro "Como se preocupar menos com dinheiro ( How to Worry less about money)  da coleção " The School of life"  Ed. Objetiva - trad. Carlos Leite da Silva. As preocupações com dinheiro muitas vezes estão relacionadas ao sentimento de inveja, humilhação, desejo, convívio social ou qualquer outro tipo de relação da psicologia do indivíduo que para o mesmo é muito difícil de definir e principalmente de reconhecer. Por que precisamos trocar de carro? O carro funciona, mas visualmente é claro que ele não é do modelo "ultrapassado...

Decisões entre dois "eus"

Aquela ideia vem a cabeça. Tomar uma decisão: primeiro fazer, depois buscar e encontrar alguma explicação para a ação, uma justificativa, uma lógica.  Movimento e ação, execução e escolha. Há coerência? Por que fiz isto ou aquilo? Não nos entendemos. E não suportamos não nos entender. Depois tentamos encontrar milhares de razões para ter feito isso ou aquilo. O mais difícil é admitir que fizemos o que fizemos porque lá do fundo veio algo que mostra como as coisas "são" dentro de nós. Minha cabeça funciona como se houvesse dois "eus", dois modos de fazer, o tempo todo, e ainda são contraditórios e conflitantes. O primeiro "Eu" No automático o "eu" vai associando e ligando "coisas" e ideias, procurando formas de agilizar ações. "Eu" está focado na sobrevivência, provavelmente é ancestral e primitivo. É capaz de reconhecer, só por ruídos alguma pessoa que marca sua vida, pelo tom de voz percebe-se qu...

Liberdade, liberdade.

O que é Liberdade? Fazer tudo o que se quer? Se não tivesse restrições para nada? Imagine. Realizar todas vontades… As pessoas não pensam nisso com seriedade. Provavelmente, com poder, seriam Deuses horríveis. Piores que qualquer Deus ruim de mitologia grega ou nórdica. Mais punitivos que Deus do Antigo Testamento. Iriam mostrar o pior de si. Será que servem para ter a liberdade e não ter restrições? Será que seria bom que todos conseguissem realizar todas suas vontades? Ou seria apenas o Caos? É bom pensar seriamente sobre Liberdade.